Conheça as vencedoras do concurso cultural 7 Livros para Vencer
Conheça as vencedoras do concurso que vai levar leitores à missa do religioso
Todos somos capazes de identificar no nosso afeto uma figura próxima – pai, mãe, irmãos, avós... – , a quem amamos muito, mas com a qual o diálogo estranhamente não flui. Tanto a dizer, tanto a ouvir e, quando a sós com a criatura, você se flagra constrangida, incapaz de verbalizar. O porquê de isso acontecer? Haja possibilidades; cabe a cada um ponderar seus motivos.
Mas, seja qual for a causa da “mudez”, a tática de dialogar por intermédio daquilo que você e o outro gostam sempre funciona. Calma, eu explico e exemplifico: meu pai sempre foi caladão e eu, uma matraca. Ele, razão. Eu, emoção. Ele curte política e sinuca. Eu adoro literatura e corrida. Mas temos um interesse em comum: a música. E por meio dela nos falamos.
Então, quando ele entra no meu carro, ponho músicas da vida dele. As histórias vêm à tona e, a partir delas, aos poucos, quase sem percebermos, trocamos impressões e experiências de hoje. E mesmo quando calamos e só curtimos a melodia, estamos falando – sem falar! – um para o outro: “Bom estar aqui com você!”
Experimente fazer algo parecido com quem lhe é especial. Acredite: você não irá se arrepender! Beijos enormes...