Técnicas e dicas que ajudam você a encontrar o equilíbrio no dia-a-dia
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Acredito que todo ser humano batalhe para se fazer cada vez melhor – dentro do que entende ser valoroso ou prioritário, claro! Como explicar, então, que em certos momentos da vida, sob determinados aspectos, a gente se descubra uma pessoa pior do que outrora? Passei por isso na segunda 17, quando meu primo-irmão Fabrício, num papo pelo telefone, não poupou sinceridade: ando relapsa e distante de vááárias pessoas do meu afeto.
Lembrei-me de quando mandava no tempo – e não ele em mim! – e não me escondia em desculpas como correria ou cansaço para deixar de estar com quem me é caro. Após desligar do “puxão de orelha”, passei instantes chocada com meu vacilo e, sobretudo, com a demora em me aperceber dele.
Incrível como, sem querer, deixamos que nossas manias e comodismos falem mais alto do que a gana por preservar nosso melhor. Afinal, dá trabalho desenvolver novas competências pessoais e ainda despender energia para cultivar as de nascença. Mas estou disposta a voltar minha atenção a isso. E você? Beijos enormes – sobretudo para Fabrício, Renata e a ma-ra-vi-lho-sa Auri Bitu!