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Você estava contratada, com salário fixo todos os meses, auxílio-refeição e vale transporte. De repente, o patrão resolveu dispensar os seus serviços sem justa causa!Depois do baque na auto-estima - porque, independentemente do motivo, sempre ficamos mal - vem o questionamento: como pagar as contas? Há pessoas que ainda não sabem, mas, nessas condições, todo mundo tem direito ao seguro-desemprego, uma ajuda governamental que vai de R$ 380 a R$ 710,97 mensais.
Durante até cinco meses, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) garante o benefício para quem não conseguiu recolocação no mercado. Ou seja, um reforço fnanceiro que, no total, pode somar R$ 3.554,85! Apesar da extensa lista de documentos (veja quadro), os pré-requisitos não são muitos. O principal deles é o tempo de contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), de, no mínimo, seis meses nos últimos três anos - não importa se o período não foi apenas na última empresa. Valem todos os lugares pelos quais você passou - até os temporários! - nesses 36 meses.
Ao reunir a papelada, fique atenta. "Os principais problemas que inviabilizam o recebimento são falta de documentação e de comprovação de vínculo empregatício", alerta Márcio Borges, coordenador-geral do Seguro-Desemprego, Abono Salarial e Identidade Profissional do MTE.