Má notícia aos transexuais: agora, o Sistema Único de Saúde (SUS) não é mais obrigado a realizar cirurgias de troca de sexo em todas as pessoas que se increverem, e sim, analisar os casos individualmente, para só então aceitá-los.
A decisão foi tomada na quarta 12, pela presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Ellen Gracie. Isso porque a Advocacia Geral da Região alegou que esse procedimento era um gasto extra nos cofres públicos – o que causaria um rombo no orçamento.
Ellen disse reconhecer o sofrimento de quem quer ser operado, mas que a cirurgia não pode ser feita genericamente. Além disso, o novo sistema garantirá assistência pós operatória e psicólogica aos pacientes, segundo o Diretor do Departamento de Atenção Especializada (DAE), da Secretaria de Atenção à Saúde (SAS), Alberto Beltrame.
Associações transexuais consideraram a medida um retrocesso e prometeram não se calar diante da sentença.
E você, o que acha disso tudo? Foi mesmo um retrocesso, ou o acompanhamento individual de cada caso é a melhor solução?