Técnicas e dicas que ajudam você a encontrar o equilíbrio no dia-a-dia
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26 de julho é Dia da Avó. Bom motivo para nos lembrarmos de nossas queridas segundas mães, não é mesmo? E também uma oportunidade para nos perguntarmos se tudo o que elas dizem (e insistem muito para as outras gerações seguirem) seja verdade. Será? Será?
Para sanar quaisquer dúvidas, destacamos algumas verdades enviadas pelo pediatra Hamilton Robledo, do Hospital São Camilo, de São Paulo, que mostra o que é mito dentre os muitos conselhos de vó. Vamos lá:
:: Criança pequena deve experimentar tudo o que os adultos comendo para não ficar com verdade ou, até mesmo, "verme"?
Puro mito. Os pequeninos só entendem o gesto de comer, o que não significa que reconheçam os alimentos. Se não quiser que ela prove o que está degustando, ofereça algo que ela tenha condições de comer e está tudo certo.
:: Gotas de óleo quente ou de álcool no ouvido curam dor de ouvido?
Balela! Na verdade, chega a ser prejudicial pingar alo ali. A única recomendação, segundo o médico, é fazer compressa quente externamente.
:: Recém-nascidos devem ficar enrolados para não se mexerem muito?
Coitado deles... Ao contrário, precisam ficar livres para os movimentos, seguindo a evolução natural.
:: Criança que chora demais estufa o umbigo?
Nã-na-ni-na-não. Com o desenvolvimento da musculatura abdominal, nos três primeiros anos, a tendência é o umbigo voltar ao normal, independentemente se a criança chora ou não...
:: Criança que bate a cabeça não pode dormir?
Isso tem lá seu fundo de verdade. Sonolência excessiva, vômitos e perda de consciência no momento da queda são reações que devem ser observadas pelos adultos no momento da queda. Se a criança continuar brincando, não há razões para se preocupar.
Então tá! Agora você já pode argumentar quando ela começar a ralhar contigo. Mas, venhamos e convenhamos, quem não gosta de uma bronca de avó?